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Corpo em expansão

Em tempos de ócio, o corpo perde o imenso repertório de movimentos desenvolvido pela humanidade. Estique-se. Você vai entender por que precisamos de um corpo flexível.

Todos os dias, sem perceber, alongamos o corpo com uma boa espregiçada ao arcodar, ao esticar os braços depois de muito tempo na mesma posição ou para alcaçar um objeto no chão. Mas esse vaivém não é suficiente, pois o que o corpo precisa mesmo é exercitar toda a amplitude de movimentos que o homen desenvolveu ao longo dos anos de evolução. Antigamente era natural ir e vir a pé, fazer pão em casa, plantar e comer o fruto do quintal, lavar roupa na mão, coisas simples do cotidiano. Hoje em dia, vivemos a tensão da imobilidade devido às facilidades tecnológicas, que favorecem hábitos sedentários e, por consequência, contribuem para a perda de flexibilidade. O processo acontece naturalmente com o avnaçar da idade, quando a vitalidade se reduz. Mas isso é só uma condição natural que pode ser imensamente retardada pela prática de movimentos que alongam, alinham e fortalecem o corpo.

Inteligência corporal

A idéia de que o corpo e mente estão relacionados é a base da ioga, palavra em sânscrito que significa união. O mestre indiano B.K.S Iyengar costuma dizer que “você se mantém jovem se se mantém flexivel”. Assim como a ioga, diversos trabalhos de conscientização corporal procuram integrar corpo e mente através do alongamento, alinhamento e fortalecimento, pois entendem essas atividades não apenas como antídotos contra o encurtamento muscular, mas como um meio capaz de mexer com as emoções, com o sistema nervoso, com a respiração e os sentidos. “Quando uma pessoa faz um alongamento que ajuda a compreeder o funcionamento do corpo, ela faz ranger o que está acomodado e isso reverbera no campo das idéias e das emoções. A respiração, feita em sintonia com o alongamento, muda o padão emocional, tranquiliza”, afirma Lela Queroz.

Fonte: revista Vida Simples, edição 68 / julho 2008

48 horas sem usar celular ou acessar a internet

Você conseguiria andar a cavalo ou charrete, beber leite direto no curral, tomar banho em fonte natural, visitar o pomar, caminhar pelas trilhas naturais ou apenas degustar comida da roça?

Seria capaz de se espreguiçar na rede ou sentir o cheiro da natureza? Pagaria R$ 10 para usar a internet por apenas 30 minutos? Leia o que aconteceu com proposta semelhante em São Paulo. [leia mais]

OS DOMINGOS PRECISAM DE FERIADOS

Nilton Bonder

A prática espiritual deste milênio será viver as pausas.

Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.

Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo..

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme.

As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.

Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…

Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ’ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos?

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção.

O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair - literalmente, ficar desatento.

É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ - já marcada pela ansiedade.

E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.

Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.

Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído

Frases engraçadas

“Quem dá importância a pequenas coisas é mulher de japonês”

“A diferença entre político e ladrão é que um a gente escolhe, o outro escolhe a gente”

“Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta”

“Mulher bonita é igual a Tsunami. Quando chega vem fazendo onda. Quando vai embora leva tudo: pensão, carro, casa, jóias, terrenos… tudo”

“Os problemas da vida são como um tarado bem dotado: melhor encarar de frente, porque se você der as costas… ”

“Meia Idade é a altura da vida em que o trabalho já não dá prazer e o que dá prazer começa a dar trabalho”

“A diferença entre frustação e desespero? Frustação é quando você, pela primeira vez, não consegue dar a segunda. Desespero é quando você, pela segunda vez, não consegue dar a primeira”

“Tudo é relativo. O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está”

“É mesmo: um fio de cabelo na cabeça é pouco; na sopa, é muito”

Fonte: Jornal da Casa do Ceará, em Brasília - fevereiro/2008

Reabilitado à categoria de celebridade da mesa, pelos especialistas em saúde e nutrição, o vinho tem história remota.

Relacionado diretamente com a mitologia grega pelos vários sentidos do Festival de Dionísio em Atenas, onde um simpósio grego significava literalmente “beber junto”, o vinho remonta a um ambiente de convivência de nobres e sábios onde era a bebida oficial. Todo esse universo de características implícitas ao hábito de um povo, ganha impulso a partir dos romanos, que tinham o costume de incluir a bebida dionisíaca em todos os novos territórios conquistados. Os egípcios também o bebiam em situações distintas. Na tumba do faraó Tutankamon foram encontradas 36 ânforas de vinho, classificados por região. Posteriormente foi a vez dos etruscos elaborarem e comercializarem a bebida.

O vinho chegou à Itália em meados de 800 a.C. Na França, antiga Gália, os gauleses já tinham algum contato com os vinhos mediterrâneos, mas a partir da conquista romana, as primeiras colônias em Provence e no Vale Du Rhône ganharam vinhedos de fato.

Na França, a cultura nobre do vinho se mantém firme pelas mãos da Igreja Católica, especificamente por meio dos mosteiros beneditinos como o famoso Clairvaux na região de Champagne, o maior estabelecimento vinícola nos séculos XII e XIII. As tavernas, hospedarias e universidades eram locais certos para o encontro com o vinho, mas é com a descoberta da fermentação, pelo pesquisador francês Louis Pasteur, em 1857, que se dá o marco histórico para as transformações e a explosão do vinho no final do século XIX. De acordo com o jornalista Renato Machado, em seu livro Em volta do Vinho, a partir do cultivo das uvas cabernet sauvignon, merlot e sirah (vinhos tintos) e chardonnay e sauvignon blanc (vinhos brancos), o vinho conquistou o mundo, definitivamente.

Fonte: Batedeira Planetária - Editora POOL - Brasília 2008

Apenas um abraço!

“Free hugs”

Esta é uma história real de Juan Mann, o homem que se encarregou da solene missão de sair por aí abraçando estranhos na tentativa de trazer novamente o brilho para a vida das pessoas, com grande efeito. A campanha dos abraços pode e deve ser repetida freqüentemente por qualquer um de nós. Baixe o vídeo e veja o “milagre” que a campanha é capaz de produzir.

Abraços, abraços, abraços!

Clique aqui e baixe o vídeo…

Você ficaria 24 horas sem usar o PC?

shutdowndayÉ evidente: a vida seria muito mais difícil sem computadores, talvez impossível. Como você lidaria com o desaparecimento das máquinas por apenas um dia? A idéia do experimento é descobrir quantas pessoas conseguem passar um dia inteiro sem um computador e o que irá acontecer se todos participarem. Desligue seu computador nesse dia e descubra! Você consegue sobreviver por 24 horas sem seu computador? [mais]

Viciados em Internet

Deu no IDGNow

Ansiedade aguda atinge 27% dos usuários desconectados, e cerca de 40% dos internautas usam o PC na cama, revela estudo.

Mais de 60% dos norte-americanos sofrem de ansiedade quando estão desconectados da internet ou longe de seus celulares, revela um estudo do Solutions Research Group nesta quinta-feira (13/03).

De acordo com a pesquisa, 68% dos usuários nos Estados Unidos sofrem desta síndrome, sendo que 27% sentem ansiedade “aguda” quando ficam offline por longos períodos.

Mais de 80% dos entrevistados afirmaram que sempre carregam o celular consigo e o deixam ligado. Cerca de 40% disseram usar a internet enquanto estão na cama e mais de 60% admitiram usar dispositivos como o Blackberry no banheiro.

O estudo aponta que muitos usuários se sentem mais seguros quando conectados e que precisam estar online devido à agitação de seu trabalho ou vida social.

Com toda esta conectividade, contudo, os usuários estão se tornando imunes a propagandas móveis e online tradicionais. Segundo o estudo, levar tráfego a um site por meio de um anúncio em vídeo é uma das formas que ainda atraem a audiência.

Cientista alerta para o perigo do excesso de tecnologia

Deu no Portal Terra

“A professora Nada Kakabadse, da Universidade de Northampton, na Inglaterra, está preocupada com o excesso do uso de aparelhos tecnológicos e colocou no ar uma pesquisa para medir quão viciados estão os usuários. As 74 questões (em inglês) são mais direcionadas aos britânicos, mas podem ser respondidas por qualquer um no endereço http://tinyurl.com/34zjde. Com a pesquisa, a cientista quer descobrir como o uso de múltiplas formas de tecnologia afeta o cotidiano”. [leia mais aqui]

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