SEM ALÇA NEM MALA
Cansado de carregar peso? Empresas arrumam, despacham e entregam a sua bagagem em qualquer destino.
Arrumar as malas, arrastá-las pelo aeroporto, despachá-las e, se não tiverem sido extraviadas, tirá-las da esteira rolante e levá-las ao táxi. Cansativo para os viajantes esporádicos, esse rito é um eterno tormento para executivos que, numa economia cada vez mais globalizada, passam mais tempo em aviões do que com os filhos. Executivos americanos, por exemplo, gastam até noventa minutos com o transporte e o check-in de bagagens em cada viagem que fazem. Não é pouca coisa: quem toma avião semanalmente chega a gastar treze dias de trabalho por ano com suas malas. Nos Estados Unidos, algumas empresas descobriram uma forma de ganhar dinheiro aliviando essa tortura. Elas se especializaram em despachar malas e a garantir que elas cheguem ao seu destino em segurança. Em alguns casos, até arrumam a bagagem dos passageiros mais endinheirados. Trata-se da quintessência do conforto da aviação comercial de passageiros.
Fonte: Revista Veja, edição nº 23
Comments OffFinal de Semana
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1 comentário »Dependência digital: fique atento aos sinais de alerta
Deu no Convergência Digital
A tecnologia nasceu, originalmente, “para salvar o homem do fim”… Hoje, com os altos padrões de consumo da sociedade pós-industrial, a evolução dos meios tecnológicos se dá cada vez mais rapidamente e reflete na pressão sobre o ser humano para que ele se torne também cada vez mais veloz e produtivo.
A ordem é fazer sempre mais, mais rápido e melhor. Tudo no ato. Café solúvel, comida de microondas, macarrão instantâneo… “O ritmo imposto pela era digital transformou nossa maneira de perceber o tempo e o nosso relógio biológico, mas ainda não aprendemos a conviver pacificamente com a mudança. Queremos acompanhar a evolução tecnológica e deixamos de perceber o ritmo natural dos acontecimentos”, defende a psicóloga Adriana de Araújo, especializada no tratamento de fobias.
Hoje, se a bateria do celular acaba, nos sentimos isolados do mundo. Se a internet não funciona ou a conexão demora, entramos em desespero. Nosso dia-a-dia não é o mesmo sem a trilha sonora do MP3. O passeio não tem o mesmo sabor se não tirarmos dezenas de fotos digitais para enviar aos amigos por e-mail ou deixá-las expostas em sites de relacionamentos, como o Orkut. “Todos estes avanços tecnológicos originados para nos servir, proporcionar segurança e mais tempo livre acabaram nos ocupando mais. O clima de irritação e ansiedade é crescente, e o nosso tempo tem sido cada vez mais curto”, observa a psicóloga, que também é hipnoterapeuta.
Como conseqüência, as pessoas vivem com a sensação de que não conseguirão acompanhar nunca o ritmo das coisas. “É o que chamamos de estresse digital. O problema surge quando a pessoa não consegue usar os equipamentos de maneira equilibrada, não compreende como eles funcionam e, principalmente, quando a tecnologia falha. Todos estes processos geram muita ansiedade e angústia. No âmbito social, percebemos também solidão e depressão”, explica Adriana de Araújo.
Hoje, temos a sensação de que não podemos viver sem a tecnologia. Há pessoas que acordam no meio da noite só para acessar o e-mail. Elas não conseguem controlar o seu uso e se esquecem que a tecnologia não deve ser usada para preencher vazios existenciais. “A tecnologia pode gerar estresse porque exige que nos adaptemos, tanto ao seu manuseio quanto às novas possibilidades de relacionamento com o mundo. O mau uso tecnológico deixa relações afetivas, convívio social e repertório de vida empobrecidos, também provoca baixo rendimento no trabalho ou nos estudos”, afirma Adriana de Araújo, autora do livro O Segredo para Emagrecer.
Deletando o sofrimento
Maneiras de reduzir o isolamento e políticas para evitar o excesso de trabalho são alternativas para lidar melhor com o estresse digital. “Os limites entre trabalho e lazer deveriam ser mais respeitados. Após o expediente, é comum ouvir a secretária eletrônica e continuar atendendo ao celular e checando os e-mails em casa. Isso quando não vamos direto para os programas de mensagens instantâneas, como o Messenger e os sites de relacionamento, como o Orkut, ou seja, não cortamos o contato com o mundo virtual”, afirma Adriana de Araújo.
“A dependência da internet é um distúrbio psicológico. Por isso, diagnóstico e tratamento são fundamentais”, defende a psicóloga. É possível identificar um dependente da Internet apenas pela quantidade de horas que ele fica em frente ao computador? “Não, este pode ser um dos fatores, mas não é o único. O mais importante é perceber como a Internet está interferindo na sua vida diária, nas suas atividades, no contato com parentes e amigos”, defende Adriana de Araújo.
No dia-a-dia, as pessoas que sofrem com o estresse digital entram num círculo vicioso em relação à vida social. Lazer e outras atividades perdem espaço para a Internet. Segundo a psicóloga, o dependente da internet, na maioria das vezes, apresenta outros distúrbios, como depressão, fobia social e timidez. “Ele usa o site, antes de mais nada, como uma forma de se relacionar”, avalia.
A terapia está indicada. “O problema pode e deve ser tratado até quando for necessário, isto é, até a pessoa voltar a ter uma vida normal”, defende a hipnoterapeuta.
Comments OffNo ar ou na terra?
Como minimizar o impacto dos vôos aéreos
Em tempos de caos aéreo, você pode contribuir para desafogar os aeroportos ao mesmo tempo em que preserva o planeta. Os aviões são um meio de transporte bastante poluente. “Um avião produz até 95 gramas de CO2 por quilômetro voado por passageiro”, diz Marcelo Theoto Rocha, especialista em mercado de carbono. Isso significa que num trecho Rio - São Paulo são 38 quilos de CO2 despejados no ar por passageiro, e mais de 7,5 toneladas num vôo com 200 pessoas. Diante de dados como esse, o setor se movimenta para diminuir seu impacto. Apresentado em julho pela Boeing, o modelo 787 é um avião com preocupações ecológicas, usando materiais e processos que o tornarão mais leve e menos poluente.
Há companhias aéreas estrangeiras que oferecem ao viajante créditos de redução de emissão de poluente - você paga mais e o dinheiro vai para projetos de conservação e plantio de árvores. Você pode ajudar com algumas atitudes: diminuindo o peso da bagagem, dando preferência para viagens sem escalas e até economizando na descarga (cada uma delas consome 1 litro de combustível). Mas nada supera o ganho de racionalizar as viagens e só voar quando há real necessidade. Que tal passar as férias num lugar mais pertinho?
Leonardo Carvalho
Fonte: Revista Vida Simples - Dezembro / Janeiro 2008 Ed. 61
Comments OffO caminho da superação
Enfrentar as adversidades da vida não é fácil. Mas, quando conseguimos subjugar os problemas, saímos restaurados, firmes para continuar em frente. Isso é resiliência, afinal
por Liane Alves
Imagine a Fernanda Montenegro. Por mais amigo, ou amiga, que você pudesse ser dessa que é uma das maiores atrizes brasileiras, você teria coragem de, de repente, dar um tapão nas costas dela e dizer: “E aí, Fernanda, tudo jóia?” Ou pior: “Tudo bem, nega? Quando é que a gente sai para tomar um chope?” Ninguém teria essa ousadia. Tem uma parede invisível ali, um campo de força. E esse campo magnético, que vem da própria presença dela, certamente não iria permitir essas intimidades. [leia mais aqui]
Comments OffNotebook incentiva trabalho nas férias
O número de norte-americanos que trabalham durante suas férias quase dobrou na última década, com uma substituição do celular por laptops como a ferramenta mais útil aos funcionários de empresas. Cerca de 43% das pessoas que trabalham em escritórios revelaram que levam trabalho com elas nas férias, ante 23% dos entrevistados em uma pesquisa feita em 1995, de acordo com levantamento realizado a pedido da Steelcase, uma fábrica de mobília para escritórios.
Em termos gerais, cerca de um quarto dos trabalhadores entrevistados diz que passou três ou mais horas trabalhando durante suas férias. A maioria afirmou que o motivo era dedicação ao trabalho ou uma tarefa urgente, e 10% se declararam incapazes de relaxar até que os assuntos de trabalho estejam resolvidos.
Edward Hallowell, psiquiatra e autor de Crazy Busy: Overstretched, Overbooked, and About to Snap!, diz que a tendência provavelmente inclui pessoas que continuam a trabalhar por bons motivos, e não só por razões negativas. “O bom motivo seria algo como uma pessoa que diz ‘olha, eu quero mesmo viajar com as crianças, mas tenho trabalho a fazer… por isso vou combinar trabalho e férias’”, afirmou. “O mau motivo seria alguém tão viciado em trabalho que se prove incapaz de deixá-lo de lado para qualquer fim. Quando o trabalho é a única forma de diversão que uma pessoa tem, isso é um problema”, acrescentou.
Para surpresa de ninguém, é a tecnologia que torna todo esse trabalho possível, ainda que a situação tenha mudado ao longo dos últimos 10 anos. Na mais recente pesquisa, 41% dos trabalhadores disseram que seus laptops facilitavam o trabalho nas férias, seguidos por celulares, computadores pessoais e aparelhos do tipo BlackBerry. Em 1995, a maioria das pessoas mencionou primeiro o celular, seguido por pager, fax, laptop e computador pessoal. “São ferramentas que podem ser muito libertadoras”, disse Hallowell. “Podem permitir que você se afaste do ambiente de trabalho, mas também escravizam. É tudo uma questão de como são usadas.”
A pesquisa entre 640 trabalhadores de tempo integral ou parcial em escritórios norte-americanos, selecionados aleatoriamente, foi conduzida pela Opinion Research Corporation. Outra constatação foi a de que apenas 61% dos norte-americanos empregam todo o tempo de férias a que têm direito.
Comments OffVocê ficaria 24 horas sem usar o PC?
É evidente: a vida seria muito mais difícil sem computadores, talvez impossível. Como você lidaria com o desaparecimento das máquinas por apenas um dia? A idéia do experimento é descobrir quantas pessoas conseguem passar um dia inteiro sem um computador e o que irá acontecer se todos participarem. Desligue seu computador nesse dia e descubra! Você consegue sobreviver por 24 horas sem seu computador? [mais]
Comments OffFaça as malas
Antes de tentar levar todo o seu guarda-roupas para a viagem, responda a três perguntas:para onde você vai, por quanto tempo vai viajar e se vai a negócios ou a passeio. “Arrumo qualquer mala em uma hora”, diz Heloísa Sundelf, especialista em organização doméstica. Primeiro, espalhe as peças que quer levar sobre a cama e eleja duas ou três básicas, de cores neutras e sem estampas, para fazer as combinações com elas. Quebre a monotonia com acessórios bem coloridos e uma peça única - um vestido, por exemplo - mais estampada. Camisa branca, vestido preto e calça jeans são eternos curingas, presentes da montanha ao mar. Para não esquecer nada importante, mentalize como será seu dia, do momento em que acordar até a hora de dormir, e vá pensando em todos os objetos e roupas que você vai usar ao longo das 24 horas. E boa viagem.
Por Carolina Costa
Veja mais: revista Vida Simples - Janeiro 2008 - Edição 62
69ª Feira do Troca de Olhos d´Água
De 30/11 e 1 e 2/12 (6ª feira a domingo) acontecerá, em Olhos d´Água (Goiás) , a 69ª Feira do Troca.
Traga roupas, sapatos, cobertores, toalhas e outros utensílios usados, para resgatar a prática do escambo, levando em troca, peças do artesanato local, galinhas, patos, panelas velhas de ferro, etc.
Não perca essa rara oportunidade de contato com uma comunidade simples do interior de Goiás e toda a sua riqueza cultural. Aproveite para fazer sua desintoxicação tecnológica, desligando o notebook durante 48 horas. [mais]
Comments OffO estresse e o coração
Problemas de tensão e ansiedade no trabalho agravam a situação dos cardíacos. A solução é diminuir o ritmo
“Que o estresse contínuo, a ansiedade e a tensão levam a um maior risco para desenvolver problemas vasculares e cardíacos a longo prazo, isso não é nenhuma novidade. Décadas de trabalho intensivo, com a costumeira pressão de chefes e de agendas, podem levar ao aparecimento de placas de gordura nas artérias, ao aumento da pressão arterial, a problemas metabólicos múltiplos, como diabetes”. [mais]
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